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Música: Plutão Já Foi Planeta

Aposto que a maioria já ouviu falar neles. Também, não é por muito menos, a banda foi uma das finalistas na última edição do programa SuperStar, da Globo. E foi lá mesmo que conheci essas belezinhas.
Assim que foi anunciada a banda, já gostei do nome. (Pois, podem desconhecer esse fato, mas sempre gostei muito de Plutão – tanto a ponto de desacreditar que algum dia ele não foi planeta). E aí, eles tocaram. Lembro que foi o “Viagem Perdida” – que marca a banda até hoje. Com uma melodia suave, eles falavam sobre uma eterna busca de si mesmo, que acaba dentro de você e em nenhum outro lugar.

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A banda é de Natal, Rio Grande do Norte, e é formada por Vitória de Santi, Sapulha Campos, Gustavo Arruda, Khalil Oliveira e Natália Noronha (bem na ordem da foto acima).
Composição boa com letra melhor ainda. Taí um combo que me encanta. Apaixonei-me e os acompanhei em cada episódio que apareciam. E eu votava! Sério. Mais músicas foram apresentadas e assim, conheci e amei também “Você Não É Mais Planeta”. Ouvia as outras músicas, mas essas eram as principais.
Mesmo assim, vez ou outra, voltava e ouvia essas belezinhas por completo. Foi aí que esses dias descobri que haviam lançado, neste ano, um novo álbum: “A Última Palavra Feche a Porta”. Já me apaixonei pela capa dele (sou dessas), que apresenta uma ilustração maravilhosa. Fui ouvir e o amor só aumentou. E juro que não consigo parar de ouvi-los desde então.
Então, vim deixar aqui para vocês ouvirem os dois álbuns desses lindos. Aproveitem e se apaixonem muito também.

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Canção

Ainda ouço tua voz no canto da minha mente cantando as músicas que sempre lhe escapavam dos lábios. Ainda lembro da sensação de deitar no sofá de sua sala e perder-me lá por horas. Ainda lembro de como era visitar-te e ao mesmo tempo, não.
Pois, tu não estava mais lá.
Recordo-me da tua partida definitiva. E de como chorei.
Mas, chorei por algo estúpido. Chorei pela perda de um corpo, quando deveria ter chorado – durante todo aquele tempo – pela perda de sua alma, sua essência, você.
Deveria ter chorado por nunca saber o gosto de sua comida. Deveria ter chorado por não lembrar das bananas trazidas à tarde. Deveria chorar pelas repetidas vezes que questionou-me quem eu era.
E, agora, choro por isso.
Choro também por saber que nunca mais ouvirei seus pés arrastando; não olharei seus olhos piscando, e seu cabelo, liso, fino e prata, tão característico e o qual eu imitei – sem querer.
Choro por pensar que não lhe dei a atenção devida.
Porém, não havia atenção alguma a ser dada, já que tu não eras mais tu.
Eu, nunca fui eu.
Enquanto entrava no processo de tornar-me quem sou, tu afastava-se cada vez mais do que um dia tinha sido.
Estávamos em direções opostas. E mesmo assim, a vida bolou uma maneira de nos esbarrarmos.
Mesmo não tendo convivido com você realmente, aceito e agradeço os anos que passei ao seu lado.
Observando teu cabelo. Sabendo minha herança. Aprendendo e repetindo canções que levo até hoje.
Tu é a canção mais triste que canto.
E és a mais feliz que me recordo.
Mesmo sem saber cantar.
Tento, pois, o resquício que havia sobrado de si mesma era música.
Não quero lembrar-me das conversas sem sentido e que sempre voltavam ao mesmo ponto.
Quero lembrar de ti através das canções.
E é dela que quero lembrar-me.
E é sobre ela que quero chorar.
Sobre suas canções. Suas cantigas. Seu riso após cada uma delas que demonstrava o quanto ainda havia de você nesses momentos. E em mais nenhum.

Tag: A música que

Tenho falado muito sobre filmes aqui (eu sei) e percebi que nunca havia falado sobre músicas – um dos motivos é o wordpress me impossibilitar de adicionar vídeos do youtube aqui e isso me desmotivar, mas prometo que acho um jeito de lidar com isso.
Enfim, desde que respondi a tag do dear, até gostei do negócio de responder tags e pensei em fazer de novo. Desta vez, sobre música. E que melhor jeito de conhecer alguém do que por suas músicas? (Mesmo não podemos julgar as pessoas pelo gosto musical, é possível conhecer, e muito, a pessoa através disso). Então, resolvi trazer isso aqui e vamos ver no que dará.

1. A música que me faz rir
As Novinhas Tão Sensacional, do Pedro Paulo & Alex. Isso me lembra de um dia que minha irmã me fez dançar essa música e gravou tudo no modo acelerado do snapchat.
2. A música que me motiva
É uma resposta bem difícil, mas talvez seja Famous Last Words, do My Chemical Romance. Sempre que ouço fico em uma empolgação enorme e me motiva em tudo.
3. A música que me lembra alguém que eu amo
Águas de Março, da Elis Regina. Lembra-me minha mãe que é apaixonada por ela.
4. A música que eu gostaria de ter escrito
Who Wants to Live Forever, do Queen. Brian May, te amarei eternamente por ter escrito essa maravilha e ter permitido que nós a amassemos.
5. A música que me lembra a infância
Era Uma Vez, Sandy & Júnior. Era apaixonada por eles e essa era a primeira faixa do CD de sucessos deles que eu tinha.
6. A música que da qual eu gosto da letra
Sweetie Little Jean, do Cage The Elephant. É uma música que comecei a ouvir esses tempos e deixou-me viciada porque tudo combina nela – e a letra é tão maravilhosa que nem sei.
7. A música que do qual eu gosto de acordar
Ultimamente, não gosto de acordar. Porém, uma vez, enquanto eu acordava de um cochilo no fretado voltando para a casa, tocava We Come Running, do Youngblood Hawke, e logo depois Tear In My Heart, do Twenty One Pilots, e instantaneamente, apareceu um sorriso no meu rosto.
8. A música que me lembra minha adolescência
When You Look Me In The Eyes, dos Jonas Brothers. Quando minha escola teve rádio – durante uns dois meses -, tocava essa música direto e todas as meninas se amontoavam em volta da caixa de som e cantavam junto, era lindo.
9. A música que me lembra minha melhor amiga
Eu tenho MUITAS músicas porque tenho mais que uma melhor amiga. Mas, as principais músicas são: Tear In My Heart, do TOP; Blá Blá Blá, Anitta; Eu Sou a Maré Viva, Fresno.
10. A música que me faz chorar
Nossa, todas as minhas favoritas. As principais são Who Wants to Live Forever, do Queen, e Northern Downpour, do Panic! At The Disco.
11. A música que eu adoro cantar
Todas que eu sei cantar. Porém, AMO cantar Niggas in Paris, do Kanye West e Jay Z, porque, poxa, é rap e eu sei cantar inteira.
12. A música que marcou um momento da minha vida
Todas? Sempre que ouço uma música, ela marca aquele momento específico da minha vida.
13. A música que você dançaria agora
Eu consigo dançar até Lana Del Rey, então, literalmente, qualquer música.

Espero que não tenha ficado bosta (de novo) e perdoem as tags e não desistam de mim.
Até a próxima!
Giulia

Dear–

Juro que tinha pensado que não faria isso aqui. PORÉM, cá estou eu engolindo sapos mais uma vez, e fazendo uma tag por aqui.
Achei ela no Estação do Nada, do Paulo V. Santana, e como ele mesmo disse em seu post, deve ser legal fazer essa tag para posterioridade.

dear-peopledear crush,
pelo amor de tudo que existe de mais sagrado neste mundo, e em todos, diga-me o que se passa em sua mente e seja totalmente sincero comigo.
dear first love,
nem sei se posso te chamar assim, ou se deveria atribui-lhe outra definição, porém, obrigada por ter se tornado a primeira inspiração dos primeiros indícios dos meus textos.
dear ex,
se é que o posso te chamar assim, espero que esteja aproveitando sua vida e sendo sincero – algo que não foi comigo.
dear mum,
obrigada por se desdobrar em mil para poder fazer tudo dar certo, desculpa não corresponder à metade disso.
dear dad,
obrigada pelo sumiço e pela paz que me trouxe com isso, siga sua vida, enquanto sigo a minha.
dear siblings,
eu juro que as amo mais de o que meu coração poderia permitir e desculpa por falhar inúmeras vezes.
dear past self,
obrigada por nunca ter desistido da escrita e da leitura – e por ter acreditado nelas.
dear future self,
continue acreditando em suas palavras e em sentimentos, não perca a fé no mundo.
dear future kids,
se vocês existirem, espero que sejam felizes e que eu consiga transmitir ao menos um pouco do que sua vó, suas tias e seus bisavôs passaram para mim.
dear future partner,
espero que seja sincero e apareça no momento certo.
dear bully,
gostaria que tivesse sido bully na minha cara – e não pelas minhas costas.
dear school,
mesmo eu tendo odiado diversos momentos, morro de saudade e obrigada por me proporcionar conhecer as melhores amigas que eu poderia pedir.
dear people who hate me,
lhes desejo uns sorvetes e muita paz.
dear self,
aguente firme, acredite em si mesma e no mundo ao seu redor.
dear best(s) friend(s),
obrigada por me ouvirem nas mais diversas situações e por aceitarem, mesmo sem querer, que o assunto vire-se para as minhas bads; obrigada por me aguentarem chorando e me ouvirem desabafar sobre os mais variados assuntos.

Isso é um começo?

Nunca sei como iniciar coisas. Em grande maioria, quando me dou conta, o acontecimento já está no meio e não possuo mais controle nenhum sobre nada.
Minha vida inteira foi assim e meu site não poderia ser de outra maneira. Sou péssima para lidar com começos e pior ainda para lidar com fins.
Porém, vamos vivendo e aprendendo.
Já lidei com a falência de diversos sites, sonhos, pensamentos e expectativas.
E que melhor maneira de iniciar outra tentativa do que nomeá-la como dissabores?

Esta palavra me era desconhecida até uns três anos atrás. Naquele ano, mais precisamente, em 2013, eu estava tendo um novo começo. Minha vida virava de ponta cabeça quando me vi estudando o dia inteiro e viajando – e desbravando – uma cidade nova diariamente.
Aprendia como era carregar minha casa na mochila e a me virar sozinha. A contar moedas e rezar para conseguir um lugar no ônibus – só para ter uma hora a mais de sono.
Enquanto me acostumava e me adaptava a essa loucura, diversas pessoas surgiram e mudaram meu jeito de ver o mundo – e me ajudaram a aproveitá-lo mais.
Uma delas foi a pessoa que me ensinou esta palavra maravilhosa. Dissabores.
Para quem não sabe, dissabores significa:

  1. Desgosto
  2. O sentimento ou sensação causada pela frustração de uma expectativa.
  3. Sensação de desconforto ou descontentamento.
  4. Inexistência de sabor, insipidez.

Veridiane me apresentou esta palavra através de seu tumblr. E também me apresentou diversas outras coisas. Eu juro que nunca poderei agradecer o quanto ela me ensinou – de diversas maneiras, diversas coisas.

Agora, em uma nova fase da minha vida – e em um recomeço – quis tentar novamente esta coisa de blog. Coisa que já tentei várias vezes e sempre assistia ao fim, de longe, torcendo e esperando que um dia ele revivesse.
Entretanto, isso nunca aconteceu e sempre tive que começar de novo. Esta é outra tentativa.
Este é um começo depois de um dissabor.
Esta será a apresentação de todos os meus dissabores, meus gostos, meus sonhos e tudo o mais que poderei falar.
E já que comecei, gostaria de agradecer ao Douglas por me incentivar – em uma maneira silenciosa – a começar isso aqui. (Sério. Obrigada por sempre apontar para mim quando perguntam na sala sobre quem tem blog. É somente por causa disso que estou fazendo isso agora).
Então, já que não sou boa com começos – e muito menos com fins – finalizo aqui essa apresentação. Ou pseudo apresentação.

Espero que este dissabor seja mais do que somente isso.
Espero que consigam lidar com eles.

E já que citei essas duas pessoas acessem, por favor, os sites deles e apreciem seus textos tanto quanto eu aprecio.

Veridiane

Douglas

Obrigada e até uma próxima!
Giulia