Canais de quase cineastas

Há um mês atrás, mais ou menos, estava viciada em assistir filmes (como podemos perceber no post de assistidos de fevereiro). Então, no começo de março, quando descobri a Manie e passei a assistir cada vez mais os vídeos da Sophia, voltei a me aprofundar muito nesse mundo do youtube. Foi aí, que nos sugeridos, aleatoriamente, me apareceu um canal que me levou a outro e me fez descobrir meu mais novo vício: vídeos do youtube de estudantes de cinema. Sério.
Para quem nunca viu um, já recomendei mil vezes a Sophia e neste post, trago mais três recomendações. Eles são maravilhosos, pois tem uma maneira única de fazer vídeos que dá gosto de ver. E traz uma felicidade e aquele maravilhoso sentimento de nostalgia sobre algo que nunca foi vivido.

O primeiro canal que irei recomendar é o da Mariri. Juro que ela consegue transformar um daily vlog em uma obra-prima. Ela foi a primeira que eu descobri desses novos canais e que me fez começar a perceber meu vício. Comecei com o vídeo sobre a faculdade dela e passei a assistir todos os outros. Além de encher seus olhos com a beleza dos vídeos dela, ela ainda trabalha como fotógrafa e dá dicas sobre equipamentos, fotografar e enquadramento/fotografia em vídeos. Segue um dos meus vídeos favoritos e uma chance de já ir direto para o canal dela e assistir todos os vídeos.

O segundo é o da Mimil, que é a Milena, e o dela é um dos menos elaborados. Porém, ela é tão natural e os vlogs dela tão amorzinhos que é impossível não gostar. Sem contar que a edição dela é maravilhosa também e te dá várias inspirações boas. Ah, ela também é vegana (e passa dicas de lugares e receitas) e adora comprar em brechós (e dá muita dica sobre isso também). Deixarei aqui um vídeo que adorei sobre ela indo no museu (e se perdendo toda):

O terceiro é do Allan, do Não Tão Sapiens. Ele faz uns vlogs maravilhosos (em que você chora na edição de tão lindo), uns vídeos falando de assuntos bem legais E covers (muito bons, por sinal)!

Eles saíram uma vez e os três gravaram um vídeo – e cada um ficou mais maravilhoso e diferenciado do que o outro, mostrando também como cada pessoa ter visões diferentes da mesma coisa.
Aliás, esses vídeos e canais foram um dos motivos pelos quais eu quase não assisti filmes em março (chorem comigo que eu só vi três). Outro é que em fevereiro, eu extrapolei e assisti VINTE, então, né, deu uma esgotada. (Espero voltar a um ritmo “normal” este mês).
Mas, sério, assistam os vídeos dessas pessoas que transformam os vídeos em poesia.

Vida: Fotojornalismo

Como já disse em um milhão de posts (que talvez nem valha a pena marcá-los aqui), estou acompanhado MUITO o blog da Manie e que por causa disso, algumas coisas mudariam aqui. Uma delas seriam falar um pouco mais sobre mim e o que eu faço. Então, decidi abrir mais uma categorias/assunto assim que se chamará “vida” – em que terão posts sobre coisas aleatórias da minha vida e da minha faculdade – até porque gostaria de registrar esses momentos para relembrar depois.
E abrindo os posts, trouxe aqui algumas fotos que eu tirei na aula de fotojornalismo, de 9 de março de 2017. (Tem as fotos do grupo inteiro, porém, não me atreverei a compartilhar algo de alguém próximo sem a pessoa saber/querer).
A ideia era sair pela faculdade procurando algo que daria uma matéria – e transmitisse a informação necessária sobre isso. Como não havia muita coisa, tirei de umas bem aleatórias, mas que juro que já tinha criado uma pauta na minha cabeça.

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Filmes: God Help The Girl (2014)

Há anos, este filme se enquadra em um dos meus filmes favoritos, porém, em silêncio. SEMPRE que comento alguém, ninguém sabe do que é ou do que se trata (com exceção do Douglas e da Valéria, que quando comentei falaram “AH! JÁ VI! É BOM!”.
Então, pensando nisso – e estando cansada de sofrer em silêncio, venho, humildemente, tentar fazer uma resenha.
Por que tentar? Porque faz algum tempo que vi o filme. Mas, eu provavelmente, já o vi, no mínimo, dez vezes – o que faz com que meu conhecimento sobre ele seja bem amplo.

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Descobri o filme no ano em que foi lançado, 2014. Em uma andança sem rumo no Popcorn Time, apareceu como um dos mais populares (que, para caso alguém não saiba, é a página inicial do software). Por ter estampado o rosto da Emily Browning, uma atriz que gosto muito, decidi assistir. Passei metade da madrugada inteira esperando carregar (a internet da minha casa não é nem um pouco aquelas coisas) e a outra metade assistindo e procurando a trilha sonora depois que o filme acabou.
Foi caso de amor à primeira vista. Logo de cara, da primeira cena e da primeira música, boom, amor.

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O filme narrará a história de Eve. Uma menina que tem diversos distúrbios alimentares e está internada em uma clínica por conta deles. Lá, seu único refúgio é ouvir um programa de rádio que lança alguns artistas novos no ramo musical da Escócia. Ela escreve algumas músicas e tem uma fita gravada com a principal, “God Help the Girl”, e cria uma necessidade em entregá-la aos radialistas. Assim, ela foge da clínica, encontra James, que além de ajudá-la a achar um lugar para morar, ainda a apresenta para a Cass, estudante de música do James, e juntos, decidem formar uma banda.
Nisso, começa todo um processo para decidir mais sobre a banda, chamar mais músicos para tocarem e o primeiro show deles. Sem contar os ensaios e a busca incensante de Eve para entregar sua fita ao programa de rádio.

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E, tá, ok. Não parece nada demais, mas, vamos pensar um pouco mais a fundo e analisar, um pouco, questões técnicas (depois que você passa a analisar e gostar mais disso, é um caminho sem volta).
Para começar, o filme é um musical que só toca músicas de um projeto paralelo do Stuart Murdoch, um dos integrantes da banda “Belle & Sebastian”. Foi ele que iniciou a banda “God Help The Girl” e escreveu, dirigiu e, consequentemente, produziu a trilha sonora do filme.
Além disso, o elenco principal é composto por  Emily Browning (que interpretou a Violet no filme “Desventuras em Série”), Olly Alexander, vocalista maravilhoso do Years and Years (quem curte MUITO indie mais pop, provavelmente, conhece), e Hannah Murray que atuou como Cassie, em Skins. E todos eles regravaram em suas vozes as músicas da banda (o que fez com que ficasse mais incrível e verdadeiro).

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Passando de curiosidades e pensando em coisas um pouco mais técnicas, o filme traz toda aquela fotografia de filmes indie que não tem como odiar. Os cenários, figurinos e atores remetem a esses filmes pseudo-cult que trazem aquela sensação de nostalgia de algo nunca antes vivido.
As cenas de música contam com coreografias lindas (vemos alguns exemplos acima), principalmente a de “Musician, Please Take Heed”) e não são nem um pouco clichês e aleatórias – fazem sentindo tanto com a história quanto com o momento que está acontecendo.
Sem falar nas músicas que entraram permanentemente nas minhas músicas de lá nunca mais sairão. Sério. Elas são tão perfeitas que não tem nem o que falar.
E, mesmo analisando tudo isso, sinto que esses é um daqueles filmes que ou você ama ou você odeia. Eu o escolhi amar e viver a trilha sonora todo dia da minha vida (juro que sempre que toca uma música deles no modo aleatório um sorriso surge, automaticamente, no meu rosto).
Por favor, assistam e debatem comigo (sério).
Infelizmente, como tudo que realmente amamos não está na Netflix (ela se confirmou do gênero feminino esses dias), o filme não está disponível no serviço de streaming, mas popcorn time está aí para isso amigos.
E para quem quiser ouvir o álbum maravilhoso deles, segue:

(Fazia muito tempo que não fazia isso, que farei agora, mas o farei porque achei um gif ideal).
E é isso. Espero que esteja compreensível, mas POR FAVOR, ASSISTAM.
Até a próxima!

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Assistidos em março de 2017

* netflix // ** popcorn time // *** youtube

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Never Let Me Go, EUA/UK/Irlanda, 2010. Drama/Ficção Científica/Romance. Dir: Mark Romanek **
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Clube do Cinco/The Breakfast Club, EUA, 1985. Comédia/Drama. Dir: John Hughes * **
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Loucamente Apaixonados, EUA, 2011. Drama/Romance. Dir: Drake Doremus *

Quase não assisti filmes esse mês porque fiquei viciada em assistir vídeos de estudantes de cinema (explico mais sobre isso mais para a frente). Perdão pela vergonha que é este post

Canção

Ainda ouço tua voz no canto da minha mente cantando as músicas que sempre lhe escapavam dos lábios. Ainda lembro da sensação de deitar no sofá de sua sala e perder-me lá por horas. Ainda lembro de como era visitar-te e ao mesmo tempo, não.
Pois, tu não estava mais lá.
Recordo-me da tua partida definitiva. E de como chorei.
Mas, chorei por algo estúpido. Chorei pela perda de um corpo, quando deveria ter chorado – durante todo aquele tempo – pela perda de sua alma, sua essência, você.
Deveria ter chorado por nunca saber o gosto de sua comida. Deveria ter chorado por não lembrar das bananas trazidas à tarde. Deveria chorar pelas repetidas vezes que questionou-me quem eu era.
E, agora, choro por isso.
Choro também por saber que nunca mais ouvirei seus pés arrastando; não olharei seus olhos piscando, e seu cabelo, liso, fino e prata, tão característico e o qual eu imitei – sem querer.
Choro por pensar que não lhe dei a atenção devida.
Porém, não havia atenção alguma a ser dada, já que tu não eras mais tu.
Eu, nunca fui eu.
Enquanto entrava no processo de tornar-me quem sou, tu afastava-se cada vez mais do que um dia tinha sido.
Estávamos em direções opostas. E mesmo assim, a vida bolou uma maneira de nos esbarrarmos.
Mesmo não tendo convivido com você realmente, aceito e agradeço os anos que passei ao seu lado.
Observando teu cabelo. Sabendo minha herança. Aprendendo e repetindo canções que levo até hoje.
Tu é a canção mais triste que canto.
E és a mais feliz que me recordo.
Mesmo sem saber cantar.
Tento, pois, o resquício que havia sobrado de si mesma era música.
Não quero lembrar-me das conversas sem sentido e que sempre voltavam ao mesmo ponto.
Quero lembrar de ti através das canções.
E é dela que quero lembrar-me.
E é sobre ela que quero chorar.
Sobre suas canções. Suas cantigas. Seu riso após cada uma delas que demonstrava o quanto ainda havia de você nesses momentos. E em mais nenhum.

Música: Beirut

Como eu sou eu, vim falar de música. (E obrigada Letícia por me mostrar como colocar vídeos nos posts <3)
Na verdade, a inspiração para esse post veio de um outro que achei em um dos blogs perdidos – famigerados e citados milhares de vezes no post de apresentação.
Nele, eu falava sobre a banda Beirut. Uma banda que não é uma banda, é uma orquestra.beirut3_kristiannasmithA orquestra formada e comandada por Zach Condon inicou-se em 2006. Com diversas pegadas indie folk, eles apresentam diversos instrumentos inusitados para a música atual, como a tumba e o uquelele.
Segundo minha própria descrição no post antigo, “a música deles é bem calma, daquele tipo que te deixa alegre na hora em que você começa a ouvir”.
Eu os descobri há muito tempo atrás, pela minissérie “Capitu”, baseada no livro “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, exibida na rede Globo em 2008. A produção cinematográfica era inteiramente embalada pela música “Elephant Gun”, do Beirut.
Depois de anos, descobri a música e o livro que inspiraram a minissérie e me deixaram apaixonada pela história na época em que foi transmitida. E então, passei a procurar mais sobre o livro – o qual se tornou o meu favorito nacional – e sobre a orquestra – a qual fez com que milhares de músicas novas fossem adicionadas às minhas playlist da época (afinal, umas músicas em algum CD ou mp3 perdido por aí, podem ser consideradas partes de uma playlist, certo?).
Desde então, foi só amor pela banda e as descobertas de diversas músicas maravilhosas. Por ser o primeiro post de indicação de bandas, me empolgarei menos e irei apresentar somente quatro músicas (uma para cada álbum deles).


Foi lançada pela primeira vez no álbum The Gulag Orkestar, em 2006, depois no EP, intitulado “The Lon Gisland”, em 2006, e por fim, no EP “Elephant Gun”, em 2007. É a música que me fez ficar apaixonada por eles e nunca mais deixar de amá-los. Ela me traz uma calma instantânea e me faz lembrar de muitas coisas daquela época de playlists no mp3. Juro que gostaria de descrevê-la de maneira melhor, mas não consigo.


Pertencendo ao segundo álbum de estúdio da orquestra, “The Flying Club Cup”, lançado em 2007, Nantes também me traz uma calma imensurável. É a minha favorita do Beirut e por uns meses foi meu user no twitter. Amo tudo nessa música e sem dúvida é uma das favoritas da vida.


Minha música favorita do terceiro álbum deles, “The Rip Tide”, lançado em 2011.


Do último álbum deles, “No No No”, lançado em 2015. Foi a que mais me conquistou desse álbum e sempre danço (aleatoriamente) quando a escuto.

Amores e felicidade

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Há uma amplitude de sinônimos das palavras “amor” e “felicidade”. Embora, o mundo inteiro acredite que conheça a real definição delas, a maioria a desconhece. O mesmo número de conceitos que existem para cada uma das palavras, existe em subjetividade. Não há uma definição certa: pois, para cada pessoa, “amor” e “felicidade” significam coisas totalmente diferentes.
O problema é que, mesmo sabendo que a minha felicidade não é a mesma do indivíduo ao lado, eu busco a felicidade geral. O senso comum. (Logo eu, que faço um curso que me ensina, diariamente, a não acreditar – e muito menos reproduzir – nas ideias do senso comum).
A principal ideia que remete à felicidade é a estabilidade – a pessoa encontrar o amor da sua vida, casar com esse amor, construir uma família, enquanto vive seus dias em um emprego comum preso à rotina.
Os conceitos de “amor” e “felicidade” andam juntos, para a maioria das pessoas. E isso provoca diversos equívocos, como:
1. Todo mundo acredita que só será, verdadeiramente, feliz quando encontrar o “amor da sua vida” – e que por favor, o encontro e todo o relacionamento se baseie em romances bregas para adolescentes (que por sinal, não posso julgar, pois, adoro).
2. Acreditando nisso, as pessoas vivem em função de proporcionar esse encontro – que deveria ocorrer de maneira natural, mas que deve ser planejado nos mínimos detalhes para ser perfeito.
3. As pessoas não se contentam com qualquer outra felicidade, além daquela trazida pelo “amor”.
4. E por o buscarem tanto, contentam-se com qualquer demonstração de carinho, acreditando que estar com uma pessoa ao seu lado, seja amor.
Deixe-me contar que não é.
Sou muito nova para dizer e afirmar o que é amor. Muito mais para ter vivido algo parecido com o amor apresentado em livros, porém, eu sou observadora.
Não querendo me gabar, mas nesses anos que passei na Terra, aprendi a observar as pessoas ao meu redor. E aprendi que não existe só um tipo de amor, como não existe só um tipo de felicidade.
A crença de que amores de verdade são aqueles que lhe tiram o ar e deixam pensando na pessoa todo segundo desde a primeira vez que o viu, está mais do que falho.
Até porque existem diferentes tipos de amor. Porém, o mais puro é aquele que te deixa segura. Deixa-te ser você mesma. E amor de verdade é aquele que vem de pequenos detalhes que você só percebe depois.
Há algum tempo atrás, enquanto eu acreditava que qualquer amor existente no mundo era a mais pura mentira, um gesto, muito simples para muitas pessoas, despertou-me de uma maneira imensurável.
Minha família, em alguns momentos, compra a janta quando alguma de nós não estamos em casa. Nesse dia, em particular, compraram esfirra. Eu, como estava na faculdade, passei longe desse jantar. Porém, na hora que cheguei em casa, havia um recado da minha irmã dizendo que ela havia separado algumas esfirras, para eu comer quando chegasse em casa e mais algumas para levar no dia seguinte na faculdade.

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Ilustração: Henn Kim

Minha irmã quase nunca diz que ama as pessoas. Quase nunca nos abraça. Mas, demonstra o amor imenso que sente por nós nesses momentos. Quem pensaria na irmã que está na faculdade? Ela. Quem está lá para ajudar em qualquer coisa que se precise? Ela.
Essas são as maneiras que ela demonstra seu amor. Esse amor que não é de romance. Esse amor que é bem mais forte – e inquebrável – que qualquer outro.
A partir daí, percebi que o amor vem dos menores e mais imperceptíveis detalhes e momentos. E das pessoas que sempre lhe rodeiam, que sempre estão ao seu lado. E que mais importante: nunca lhe deixarão, não importa quanto o tempo passe e o tanto que já aconteceram entre vocês.
Amor é ficar sem querer nada em troca. Amor é ficar e fazer aquilo que a pessoa não espera – e que nem sabia que queria.
Amor é compreender e sinceridade. É saber que poderá falar qualquer coisa que a pessoa lhe ouvirá – e lhe responderá à mesma altura.
E a felicidade, para mim, foi perceber isso. A felicidade transborda nesses pequenos momentos.
Um dia alguém me disse que a felicidade plena, infelizmente, não existe totalmente. E só agora compreendo o que ela quis me dizer. A felicidade nunca será convicta o bastante para não se abalar por alguns momentos de tristeza. Porque a vida não é só feita de felicidade. E o que as pessoas se esquecem é que os momentos tristes são necessários. Lá no fundo, depois de algum tempo, a dor lhe ensina algo. E se não ensina, e se você tem a sorte de ser algum tipo de artista, lhe auxila em tua arte.
O amor move o mundo. E ele traz felicidade. Que ajuda o mundo a permanecer são enquanto enfrenta um completo caos.
Cada um tem seu amor, ou seus amores. E cada um tem sua felicidade, seus momentos.
Não há a necessidade de buscar a do outro. Cada um é único e precisamos dessas diferenças.